<em>Águas de Portugal</em> em risco
O Grupo Águas de Portugal vive uma situação económico-financeira «débil» e algumas das empresas que o integram encontram-se em «risco iminente», diz o Tribunal de Contas.
De acordo com uma auditoria do TC, entre as 65 empresas pertencentes ao Grupo, a AdP Internacional, a AdP Serviços, a AdP Formação e a Reciclamas apresentam «graves problemas estruturais, situações patrimoniais deficitárias e inviabilidade económico-financeira dos seus negócios».
Na base das dificuldades estão os investimentos ruinosos no Brasil e em Cabo Verde, os quais corresponderam a uma linha de orientação de política externa do Governo português. O Estado é o único participante da AdP, detida em 70,8 por cento pela holding Parpública, em 20,37 por cento pela Caixa Geral de Depósitos, e em 8,83 por cento pela Direcção-Geral do Tesouro.
Acrescem a estes prejuízos a dívida do Estado à empresa, no montante de cerca de 50 milhões de euros, e os gastos em viaturas, combustível e outras regalias para administradores e quadros da empresa, no valor de 2,5 milhões de euros.
De acordo com uma auditoria do TC, entre as 65 empresas pertencentes ao Grupo, a AdP Internacional, a AdP Serviços, a AdP Formação e a Reciclamas apresentam «graves problemas estruturais, situações patrimoniais deficitárias e inviabilidade económico-financeira dos seus negócios».
Na base das dificuldades estão os investimentos ruinosos no Brasil e em Cabo Verde, os quais corresponderam a uma linha de orientação de política externa do Governo português. O Estado é o único participante da AdP, detida em 70,8 por cento pela holding Parpública, em 20,37 por cento pela Caixa Geral de Depósitos, e em 8,83 por cento pela Direcção-Geral do Tesouro.
Acrescem a estes prejuízos a dívida do Estado à empresa, no montante de cerca de 50 milhões de euros, e os gastos em viaturas, combustível e outras regalias para administradores e quadros da empresa, no valor de 2,5 milhões de euros.